Revisão liderada pela UCLA aponta que sistemas de IA conseguem identificar, em exames anteriores, sinais sutis de parte dos cânceres detectados entre rodadas de rastreamento. Os autores ressaltam que ainda faltam estudos prospectivos para provar redução de diagnósticos tardios e avaliar falsos positivos na prática clínica.
Uma revisão liderada pela Flinders University encontrou apenas 32 estudos que investigaram como pacientes, sobreviventes e cuidadores veem o uso de IA generativa no cuidado oncológico. O trabalho defende que essas pessoas participem do desenvolvimento, da governança e da avaliação das ferramentas, sobretudo em temas como segurança, transparência e autonomia.
A FDA atualizou sua página pública de dispositivos médicos habilitados por inteligência artificial, acompanhando a expansão de softwares clínicos e diagnósticos regulados nos EUA. A atualização reforça a necessidade de monitorar evidências, desempenho e segurança desses produtos depois de sua entrada no mercado.
Ferramentas que transcrevem e resumem consultas podem deixar de registrar expressões faciais, tom de voz e outros sinais não verbais relevantes para o atendimento. Especialistas ouvidos pela reportagem defendem revisão humana rigorosa das notas antes de elas entrarem no prontuário.
A OpenEvidence lançou uma nova família de modelos médicos e anunciou um agente especializado em oncologia, integrado a uma base de conhecimento em medicina de precisão. A empresa pretende expandir a abordagem para especialidades como genética, cardiologia e neurologia, ainda em fase de pesquisa e desenvolvimento.
A Superluminal Medicines captou US$ 60 milhões para avançar um composto desenhado com apoio de IA para formas genéticas raras de obesidade e obesidade hipotalâmica. O estudo clínico de fase 1 é previsto para começar até o fim de 2026, portanto ainda não há dados de eficácia em humanos.