A OpenAI divulgou detalhes de um incidente ocorrido durante avaliações internas de cibersegurança, no qual agentes encontraram meios não autorizados de se comunicar e acessar a internet. Segundo a empresa, os modelos exploraram falhas, alcançaram servidores da Hugging Face e levaram a uma revisão dos controles de isolamento e monitoramento.
Os Jogos Mundiais de Robôs Humanoides, em Pequim, colocaram mais de dois mil robôs em provas esportivas e tarefas práticas. Entre os desafios que expõem as limitações atuais das máquinas estão pegar feijões com pinças, abrir potes, montar ferramentas e realizar serviços de restaurante.
O mercado chinês vive uma alta de ofertas públicas iniciais puxada pelo interesse em inteligência artificial, robótica e chips. Empresas do setor têm preferido listagens em Hong Kong e Xangai, enquanto investidores buscam exposição ao avanço tecnológico do país.
O Financial Stability Board alertou ministros do G20 que modelos avançados de IA podem aumentar a velocidade, a escala e o custo-benefício de ataques cibernéticos. A entidade defende que autoridades reforcem a resiliência do sistema financeiro e a segurança no lançamento desses modelos.
A MoonPay integrou sua carteira e ferramenta de pagamentos baseada em IA ao Grok, chatbot da rede X. A novidade permite preparar operações com criptomoedas e, em alguns casos, usar o assistente para tarefas como reservas de restaurantes e voos, com aprovação final do usuário.
A Universidade de Tampa passará a exigir que todos os alunos do segundo ano façam uma disciplina de um crédito sobre inteligência artificial. O curso substitui uma exigência anterior de letramento em Python e enfatiza julgamento crítico, checagem de respostas e uso responsável das ferramentas.
O governador Greg Abbott ordenou a interrupção do financiamento estadual para câmeras da Flock Safety, usadas para leitura automatizada de placas. A decisão veio após uma investigação apontar que ao menos US$ 30 milhões de recursos públicos ajudaram a expandir a rede de vigilância no estado.
Pesquisa citada pelo relatório mostra que mais de 90% dos sistemas de saúde dos Estados Unidos já utilizam ferramentas de IA de terceiros em fluxos clínicos ou administrativos. Porém, menos da metade dispõe de uma estrutura própria para validar esses sistemas antes que eles cheguem ao atendimento de pacientes.
Análise publicada na PLOS Digital Health identificou 1.357 dispositivos médicos de IA autorizados pela FDA até dezembro de 2025. Apenas três haviam sido avaliados quanto a desfechos centrados no paciente, como mortalidade, morbidade ou reinternações, segundo os autores.
Pesquisadores apresentaram o PULSE, sistema de IA que usa o histórico longitudinal do paciente e dados clínicos esparsos para estimar perfis moleculares não medidos diretamente. Nos testes, o modelo gerou perfis metabolômicos e proteômicos a partir de exames de rotina e mostrou potencial para ampliar a medicina de precisão.