IA na medicina e novos tratamentos 05/09/2026 Fonte: Healthcare Dive
Especialistas alertam que escribas de IA podem elevar risco de erro médico
Ferramentas que transcrevem e resumem consultas podem deixar de registrar expressões faciais, tom de voz e outros sinais não verbais relevantes para o atendimento. Especialistas ouvidos pela reportagem defendem revisão humana rigorosa das notas antes de elas entrarem no prontuário.
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Revisão liderada pela UCLA aponta que sistemas de IA conseguem identificar, em exames anteriores, sinais sutis de parte dos cânceres detectados entre rodadas de rastreamento. Os autores ressaltam que ainda faltam estudos prospectivos para provar redução de diagnósticos tardios e avaliar falsos positivos na prática clínica.
Uma revisão liderada pela Flinders University encontrou apenas 32 estudos que investigaram como pacientes, sobreviventes e cuidadores veem o uso de IA generativa no cuidado oncológico. O trabalho defende que essas pessoas participem do desenvolvimento, da governança e da avaliação das ferramentas, sobretudo em temas como segurança, transparência e autonomia.
Entregadores de aplicativos no Reino Unido afirmam que sistemas algorítmicos passaram a reduzir ganhos e a tornar a distribuição de pedidos menos previsível. Trabalhadores e pesquisadores estão testando as plataformas para entender a precificação dinâmica e pressionar empresas por mais transparência.
O Google lançou recursos conversacionais para buscar informações na caixa de entrada, criar rascunhos de documentos e transformar anotações faladas em listas organizadas. As funções usam modelos Gemini Audio e começam a ser liberadas para assinantes de planos pagos, inicialmente em inglês.