Pesquisa citada pelo relatório mostra que mais de 90% dos sistemas de saúde dos Estados Unidos já utilizam ferramentas de IA de terceiros em fluxos clínicos ou administrativos. Porém, menos da metade dispõe de uma estrutura própria para validar esses sistemas antes que eles cheguem ao atendimento de pacientes.
Análise publicada na PLOS Digital Health identificou 1.357 dispositivos médicos de IA autorizados pela FDA até dezembro de 2025. Apenas três haviam sido avaliados quanto a desfechos centrados no paciente, como mortalidade, morbidade ou reinternações, segundo os autores.
Pesquisadores apresentaram o PULSE, sistema de IA que usa o histórico longitudinal do paciente e dados clínicos esparsos para estimar perfis moleculares não medidos diretamente. Nos testes, o modelo gerou perfis metabolômicos e proteômicos a partir de exames de rotina e mostrou potencial para ampliar a medicina de precisão.