IA na medicina e novos tratamentos 14/09/2026 Fonte: Nature Reviews Bioengineering
Revisão propõe modelo de ensaios clínicos apoiados por IA
Pesquisadores propõem usar IA para integrar dados, selecionar participantes, construir comparadores externos, automatizar coleta de informações e acelerar decisões sobre medicamentos em teste. O artigo ressalta que validação adequada, supervisão humana e diálogo contínuo com reguladores continuam essenciais.
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A FDA está recebendo contribuições sobre como avaliar riscos, analisar evidências antes da venda e monitorar dispositivos médicos que usam IA generativa após sua entrada no mercado. A agência afirma que o documento é uma consulta inicial, não uma regra definitiva, e aceita comentários até 19 de outubro.
Uma análise de implementação de uma clínica oftalmológica baseada em agentes de IA na China aponta que integrar a tecnologia ao fluxo de trabalho é tão importante quanto seu desempenho técnico. Os autores defendem envolvimento dos profissionais, dados de alta qualidade e métricas claras de benefício clínico antes de ampliar esse tipo de atendimento.
Cientistas da Universidade de Miami combinaram IA e experimentos laboratoriais para comparar a estrutura de mais de 214 milhões de proteínas previstas. O trabalho identificou proteínas pouco exploradas ligadas à comunicação entre células, o que pode abrir caminhos para futuras investigações sobre doenças e tratamentos.
Desenvolvedores aproveitaram o mapa completo do sistema nervoso de uma mosca-das-frutas para criar simulações que interagem com jogos como Doom, Mario 64 e Beat Saber. O experimento não representa uma mosca real jogando: trata-se de uma simulação baseada no connectoma, com movimentos treinados para reproduzir ações no game.