MOONSHOT AI · PARA MÉDICOS · KIT
Pneumologia: seus prompts de IA
Três pedidos prontos no método dos 4 passos, com o fecho de esclarecimento. Copie, adapte ao caso sem dados que identifiquem o paciente e revise a resposta antes de usar.
Outra especialidade: Clínica Médica · Cardiologia · Pediatria · Ginecologia e Obstetrícia · Ortopedia e Traumatologia · Cirurgia Geral · Anestesiologia · Dermatologia · Psiquiatria · Oftalmologia · Radiologia e Diagnóstico por Imagem · Neurologia · Endocrinologia · Gastroenterologia · Urologia · Otorrinolaringologia · Oncologia Clínica · Nefrologia · Pneumologia · Medicina de Família e Comunidade
Diferencial de dispneia e tosse
Estruture o raciocínio para [dispneia ou tosse crônica] em paciente de [idade], duração [ ], tabagismo [maços-ano], exposição ocupacional [ ], sintomas associados [ ], padrão de piora [ ], comorbidades [ ], medicações [ ]. Devolva: (1) diferenciais em ordem com o achado que apoia e o que afasta cada um; (2) o que na história ocupacional e ambiental precisa ser aprofundado; (3) qual exame funcional ou de imagem responde a qual pergunta; (4) as bandeiras vermelhas; (5) o que falta. Não conclua diagnóstico. Antes de responder, me faça as perguntas necessárias para esclarecer suas dúvidas sobre este caso. Só produza a resposta depois que eu esclarecer.
Ensinar o uso do dispositivo inalatório
Escreva a orientação de uso de [tipo de dispositivo inalatório] em linguagem simples, no máximo 200 palavras, em passos numerados. Inclua: os três erros mais comuns com esse dispositivo e como corrigir, por que enxaguar a boca quando aplicável, a diferença entre a medicação de manutenção e a de alívio, e o sinal de que o paciente está usando o alívio mais do que deveria. Sem citar marcas. Antes de responder, me faça as perguntas necessárias para esclarecer suas dúvidas sobre este caso. Só produza a resposta depois que eu esclarecer.
Plano de ação para exacerbação
Monte um plano de ação escrito para paciente com [asma ou DPOC], no formato de semáforo. Verde: como está quando controlado e o que manter. Amarelo: sinais de piora, o que fazer e por quanto tempo, com [ ] no lugar das medicações e doses. Vermelho: sinais que exigem emergência imediata. Linguagem simples, cabendo em uma folha. Indique a diretriz e o ano em que se baseou. Antes de responder, me faça as perguntas necessárias para esclarecer suas dúvidas sobre este caso. Só produza a resposta depois que eu esclarecer.
O que não colocar em uma IA
- Senhas e chaves de acesso. Nunca cole senhas, tokens ou chaves de API.
- Dados pessoais sem necessidade. Nome, CPF, endereço e contato: só o indispensável — e em sistema adequado.
- Prontuários e exames identificáveis. Só em sistema aprovado, com segurança e base legal. Riscar o nome não anonimiza.
- Informações confidenciais. Contratos, finanças e segredos institucionais: só com autorização.
- Regra de ouro no uso médico: finalidade informada, mínimo necessário e proteção dos dados (Resolução CFM 2.454/2026, art. 6º e arts. 16–17).
A IA apoia. A autoridade final é do médico.
Pilares
- IA como ferramenta de apoio: nunca substitui a autoridade final do médico.
- Centralidade do cuidado humano: preservar a empatia e a relação médico-paciente.
- Transparência e explicabilidade: médico e paciente devem entender como o sistema chegou ao resultado.
Direitos, deveres e riscos
- Autonomia de recusa: o médico pode não usar ou desligar sistemas inadequados.
- Dever de registro e informação: o uso consta no prontuário e é informado ao paciente.
- Responsabilidade integral do médico: a tecnologia não exime do Código de Ética.
- Níveis de risco: baixo (administrativo), médio (apoio à decisão com supervisão), alto (decisões críticas).
Resumo educacional. Consulte o texto oficial da Resolução para qualquer decisão.
Trilha IA na prática clínica
Seis módulos curtos com certificado: A IA já está no consultório · A IA sabe ou pesquisou? · O que não colocar em uma IA · Os 4 passos no caso clínico · A Resolução CFM 2.454/2026 na prática · Do prontuário ao congresso.