Pesquisadores da Duke apresentaram modelos capazes de identificar hipertensão pulmonar e cardiomiopatia hipertrófica a partir de exames cardíacos de rotina. Os resultados sugerem que a tecnologia pode ajudar a apontar pacientes que precisam de avaliação especializada mais cedo, mas ainda dependem de validação e adoção clínica cuidadosa.
A MHRA e o Manchester University NHS Foundation Trust anunciaram um ambiente regulado para avaliar tecnologias de saúde em condições reais de atendimento. Os primeiros projetos devem incluir dispositivos médicos com IA voltados a identificar riscos e apoiar intervenções precoces.
A American Medical Association contratou Jennifer Goldsack para liderar seu Center for Digital Health and AI. A iniciativa busca aproximar evidências clínicas, prática médica e políticas públicas para orientar uma adoção mais segura, eficaz e equitativa da IA na saúde.