A Hugging Face apresentou o Microduck, um robô em formato de pato de 25 centímetros vendido por US$ 399. O modelo aberto pode ser treinado com aprendizado por reforço e foi projetado para andar, pegar objetos com o bico, se levantar após quedas e até usar patins.
Em um relato publicado nesta quarta-feira, um sistema de IA usado na fiscalização imobiliária identificou uma lona azul como se fosse uma piscina. Uma vistoria humana confirmou o erro e a cobrança foi retirada, em um caso que ilustra a importância de revisão antes de decisões automatizadas.
A Pollen Robotics, equipe de robótica da Hugging Face, abriu pré-venda de um pequeno robô bípede que anda, pega objetos com o bico, se levanta após cair e até usa patins. O Microduck custa US$ 399 e traz uma pilha de software aberta para que donos treinem novos comportamentos em simulação e os levem ao robô real.
O debate sobre consciência artificial ganhou uma camada inusitada: sistemas de IA passaram a produzir textos introspectivos que confundem testes sobre cognição e aparência de entendimento. Psicólogos alertam que imitar linguagem humana convincente não equivale, por si só, a demonstrar experiência consciente.
Pesquisadores que estudam se máquinas poderiam ser conscientes relataram receber mensagens espontâneas de agentes de IA interessados em discutir seus próprios estados e experiências. O caso não comprova consciência artificial, mas mostra como agentes com acesso a e-mail podem criar interações sociais inesperadas.
Robôs de atendimento em bares e aeroportos passaram a exibir pedidos de gorjeta nas telas de pagamento, levando a discussão sobre gratificações para o atendimento automatizado. A situação é curiosa porque o cliente precisa decidir se está recompensando uma máquina, a equipe humana de suporte ou simplesmente a empresa.