A Macquarie University, na Austrália, passou a usar um chatbot chamado Virtual Peer e atividades online no lugar de aulas presenciais em duas matérias obrigatórias de psicologia. Estudantes e sindicatos questionam a experiência de aprender com um robô, enquanto a universidade diz que a ferramenta complementa o trabalho dos docentes.
Moradores de Chicago estão debatendo a expansão de pequenos robôs autônomos usados para entregar comida, que circulam pelas calçadas da cidade. Parte da vizinhança vê os veículos como práticos e simpáticos; outra teme obstáculos para pedestres, carrinhos de bebê e pessoas com mobilidade reduzida.
Em Taiwan, um homem acionou remotamente a câmera de um robô aspirador para gravar imagens que usou em um processo civil contra a esposa e outro homem. Apesar de receber indenização no caso civil, ele foi condenado a cinco meses de prisão por violação de privacidade.
Pesquisadores apresentaram um robô com braço parcialmente flexível que usa sinais de movimento distribuídos pelo próprio corpo para explorar, localizar e agarrar objetos sem depender de visão. A inspiração vem da forma como elefantes e polvos obtêm informação pelo contato físico.
A empresa Lovense conectou o teclado Codex Micro a um brinquedo sexual por meio de uma ponte local que transforma o ritmo e o volume das respostas da IA em vibrações. A ideia, segundo o projeto, é testar retorno tátil para programadores acompanharem o trabalho de agentes, e não criar um recurso sexual automatizado.
Uma nova onda de vídeos virais gerados por IA explora situações estranhas e emotivas feitas para parecerem registros autênticos. O fenômeno virou meme nas redes sociais ao transformar a dúvida sobre a origem de um vídeo em parte da própria piada.