Pesquisadores apresentaram um robô com braço parcialmente flexível que usa sinais de movimento distribuídos pelo próprio corpo para explorar, localizar e agarrar objetos sem depender de visão. A inspiração vem da forma como elefantes e polvos obtêm informação pelo contato físico.
A empresa de cibersegurança AIR saiu do modo discreto após captar US$ 50 milhões para monitorar agentes de IA, plug-ins e servidores MCP usados dentro de empresas. A proposta é identificar ferramentas não autorizadas e impedir que agentes acessem componentes potencialmente maliciosos ou comprometidos.
O Departamento de Guerra dos Estados Unidos colocou o ChatGPT Mil na plataforma interna GenAI.mil, voltada a trabalho com informações controladas e não classificadas. A ferramenta será usada em tarefas como planejamento, logística, políticas e administração, ampliando a adoção de IA generativa no governo.
A Microsoft publicou seu relatório de transparência de IA responsável de 2026 e afirmou que está adaptando sua governança para sistemas que usam ferramentas, memória, dados e capacidade de agir em nome de usuários. A empresa destacou novos recursos de testes, permissões e monitoramento contínuo para agentes.
Uma juíza federal considerou ilegal a decisão do Pentágono de classificar a Anthropic como risco para a cadeia de suprimentos. O caso surgiu depois de a empresa resistir a retirar limites de uso do Claude para vigilância doméstica e armas autônomas.
A OMS Europa divulgou recomendações elaboradas com especialistas de 105 países e defendeu que sistemas de saúde só avancem com IA quando houver capacidade real de governá-la. O grupo apontou problemas como dados enviesados, responsabilidades pouco claras, baixa alfabetização em IA e necessidade de participação de pacientes e profissionais.
O American College of Physicians publicou um posicionamento sobre IA médica baseado em racionalidade, autonomia profissional e competência. O texto defende que a tecnologia apoie — e não substitua — o julgamento clínico e a relação entre médico e paciente.
Um artigo da Frontiers in Science argumenta que a IA pode ajudar a deslocar a medicina do tratamento de doenças para sua previsão e prevenção. Os autores alertam, porém, que desempenho técnico não basta: são necessários estudos clínicos, integração aos serviços, dados representativos e acompanhamento após a implantação.
A empresa Lovense conectou o teclado Codex Micro a um brinquedo sexual por meio de uma ponte local que transforma o ritmo e o volume das respostas da IA em vibrações. A ideia, segundo o projeto, é testar retorno tátil para programadores acompanharem o trabalho de agentes, e não criar um recurso sexual automatizado.
A Veeva anunciou o Falcon Safety, produto de IA agêntica para receber, processar e acompanhar notificações de eventos adversos na indústria biofarmacêutica. A ferramenta deverá funcionar com sistemas compatíveis com o padrão E2B e tem lançamento para primeiros usuários previsto para novembro de 2026.
A agência norte-americana ARPA-H concedeu até US$ 9,9 milhões à FDNA para desenvolver ferramentas de IA voltadas à identificação precoce de condições genéticas raras e ultrarraras. O projeto combinará dados longitudinais, como fotos, vídeos, voz e relatos de pacientes, para apoiar detecção em contextos clínicos e diretamente com o público.
Pesquisadores apresentaram uma ferramenta de IA capaz de usar eletrocardiogramas rotineiros para apontar indícios de insuficiência cardíaca e doenças das válvulas. Em estudo com 67 mil pacientes nos Estados Unidos, o sistema identificou até 81% dos casos de insuficiência cardíaca e até 90% dos casos de doença valvar, mas não substitui o diagnóstico clínico.