A agência norte-americana ARPA-H anunciou equipes para desenvolver ferramentas de IA voltadas à identificação e ao tratamento de doenças raras. O programa reunirá dados clínicos, genômicos e relatos de pacientes para reduzir o tempo até o diagnóstico e melhorar o recrutamento para estudos clínicos.
A Macquarie University, na Austrália, passou a usar um chatbot chamado Virtual Peer e atividades online no lugar de aulas presenciais em duas matérias obrigatórias de psicologia. Estudantes e sindicatos questionam a experiência de aprender com um robô, enquanto a universidade diz que a ferramenta complementa o trabalho dos docentes.
A autoridade educacional de Washington, DC, publicou uma política que orienta redes escolares sobre o uso seguro, ético e supervisionado de IA por funcionários. O documento propõe um sistema de sinalização para definir usos proibidos, restritos e permitidos, com revisão humana e proteção de dados.
Uma juíza federal decidiu que o Pentágono agiu ilegalmente ao classificar a Anthropic como risco à cadeia de suprimentos de segurança nacional. O caso põe em evidência o conflito entre exigências governamentais e as salvaguardas que empresas de IA impõem ao uso de seus modelos.
Pesquisadores da Johns Hopkins testaram sensores no peito e no dedo combinados a um modelo de aprendizado profundo para produzir leituras contínuas de pressão arterial. Em uma avaliação inicial com 28 pacientes de UTI, o sistema se aproximou das medições de cateteres arteriais, que são invasivos e podem causar complicações.
A Cleveland Clinic está avaliando, em estudo clínico, uma ferramenta de IA que analisa imagens de ressonância magnética para apontar áreas suspeitas de câncer de próstata. A tecnologia pode agilizar a interpretação dos exames, estimar o risco de tumor e ajudar a orientar biópsias.
Moradores de Chicago estão debatendo a expansão de pequenos robôs autônomos usados para entregar comida, que circulam pelas calçadas da cidade. Parte da vizinhança vê os veículos como práticos e simpáticos; outra teme obstáculos para pedestres, carrinhos de bebê e pessoas com mobilidade reduzida.
O governo dos Estados Unidos vai pressionar países do G20 a evitar novos órgãos reguladores específicos para inteligência artificial. A posição, apresentada em reunião na Carolina do Norte, amplia o contraste com abordagens mais rígidas adotadas por outras regiões, como a União Europeia.
A Microsoft publicou seu relatório de transparência de IA de 2026 e afirmou estar ampliando controles para sistemas capazes de usar ferramentas, acessar dados e agir em nome dos usuários. A empresa destaca treinamento interno contra riscos como injeção de prompts e a adoção de permissões e monitoramento para agentes.
A startup de cibersegurança AIR saiu do modo discreto após levantar US$ 50 milhões para auditar os plugins, servidores MCP e outras ferramentas conectadas a agentes de IA nas empresas. A proposta é identificar agentes em operação e bloquear componentes que não atendam a critérios de segurança.
Um artigo da Frontiers in Science argumenta que a IA pode ajudar a deslocar a medicina do tratamento de doenças para sua previsão e prevenção. Os autores alertam, porém, que desempenho técnico não basta: são necessários estudos clínicos, integração aos serviços, dados representativos e acompanhamento após a implantação.
Pesquisadores apresentaram um robô com braço parcialmente flexível que usa sinais de movimento distribuídos pelo próprio corpo para explorar, localizar e agarrar objetos sem depender de visão. A inspiração vem da forma como elefantes e polvos obtêm informação pelo contato físico.