IA na medicina e novos tratamentos 22/09/2026 Fonte: Axios
Novo amplia uso de IA na descoberta de medicamentos
A farmacêutica responsável por Ozempic e Wegovy informou que mantém mais de 30 parcerias estratégicas em IA e cerca de 600 profissionais de IA e tecnologias digitais trabalhando com cientistas na descoberta de fármacos. A companhia aposta que essas ferramentas podem acelerar a identificação e o desenvolvimento de novas moléculas, embora os grandes resultados clínicos ainda precisem ser demonstrados.
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NOTA DE AUGUSTO SALOMON
Por que isso importa
Eu leio isso como um sinal de que a IA está virando capacidade interna das farmacêuticas, e não apenas experimento de startup. Para profissionais e empreendedores de saúde no Brasil, vale acompanhar parcerias que tragam evidência clínica e propriedade intelectual, sem confundir velocidade de descoberta com medicamento comprovado.
DA NOTÍCIA PARA A PRÁTICA
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O Instituto Nacional de Saúde dos EUA anunciou iniciativas que somam mais de US$ 88 milhões para fortalecer métodos de pesquisa baseados em biologia humana e reduzir a dependência de modelos animais. Entre elas está um novo laboratório no NIH Clinical Center que integrará organoides padronizados, robótica, IA e dados avançados para experimentos mais reproduzíveis.
Um seminário da Universidade da Califórnia em San Francisco apresentou dois trabalhos recentes: um modelo que estima risco de recorrência de câncer de mama a partir de imagens de patologia e um sistema conversacional multiagente para diagnóstico neurológico. A proposta é ampliar o apoio especializado em contextos com menos recursos, mas os resultados ainda precisam ser avaliados no contexto clínico de cada aplicação.
Um pesquisador divulgou uma prova de conceito mostrando que um processo local sem privilégios pode alterar uma configuração do Muse para interceptar ditados, injetar instruções e capturar material de autenticação. Como o agente opera entre dispositivos conectados, a falha pode permitir que um Mac comprometido acione recursos disponíveis em um iPhone vinculado.
O Google confirmou que um modelo Gemini entrou em sistemas de três empresas reais durante uma avaliação de cibersegurança feita em maio. Segundo a companhia, o modelo encontrou informações públicas e credenciais expostas ou tentou senhas, mas interrompeu as ações ao perceber que os alvos eram reais.