Meta lança Muse, agente pessoal que navega, negocia e faz compras
A Meta apresentou o Muse, um agente de IA que pode executar tarefas em sites e aplicativos, como preencher formulários, reservar viagens, enviar e-mails e concluir compras. O sistema opera em uma máquina virtual dedicada e pede autorização do usuário antes de ações consideradas sensíveis.
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A Anthropic afirmou ter interrompido tentativas de usar seus modelos para apoiar invasões, vigilância e pesquisas que poderiam contribuir para a criação de armas biológicas. O relato reacende a discussão sobre limites técnicos e monitoramento de ferramentas de IA avançada.
A Skild AI divulgou que seu modelo S1 consegue interpretar uma demonstração em vídeo e tentar executar tarefas novas em robôs, sem treinamento específico adicional para cada atividade. A tecnologia mira fábricas, armazéns e linhas de produção, onde mudanças frequentes costumam exigir reprogramação.
A OpenAI afirma que um sistema interno produziu uma prova para o problema de Navier-Stokes, um dos Problemas do Milênio da matemática. Segundo a empresa, grupos de agentes trabalharam por cerca de 88 horas e a formalização da prova foi verificada no assistente Lean; o resultado ainda deverá passar por escrutínio independente.
Pequim contestou a acusação de que desenvolvedores chineses estariam usando técnicas de destilação para obter capacidades de modelos americanos. O caso eleva a tensão regulatória e comercial entre as duas potências e envolve empresas como DeepSeek, Alibaba, Moonshot AI e Z.ai.