IA na medicina e novos tratamentos 02/09/2026 Fonte: Representative Tom Barrett
Projeto de lei nos EUA quer barrar negativas de cobertura decididas por IA
Parlamentares americanos apresentaram o Doctors Not AI Act, proposta que impede sistemas de IA de decidir ou determinar sozinhos negativas de cobertura médica. O texto exige que decisões sobre necessidade de procedimentos, tratamentos ou remédios sejam tomadas por profissional de saúde licenciado com julgamento clínico independente.
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A OpenAI anunciou uma integração do ChatGPT Health com a Epic para permitir que profissionais consultem e resumam dados clínicos, como exames, medicamentos e anotações de atendimento. A empresa afirma que o acesso será apenas de leitura e que a IA não registrará informações diretamente no prontuário.
A OMS Europa publicou recomendações defendendo que a adoção de IA em saúde seja medida pela qualidade da governança, e não pela velocidade de implantação. O documento destaca problemas de dados fragmentados e enviesados, responsabilidade pouco clara e necessidade de participação de pacientes e profissionais.
O debate sobre consciência artificial ganhou uma camada inusitada: sistemas de IA passaram a produzir textos introspectivos que confundem testes sobre cognição e aparência de entendimento. Psicólogos alertam que imitar linguagem humana convincente não equivale, por si só, a demonstrar experiência consciente.
A Macquarie University, na Austrália, passou a usar um chatbot chamado Virtual Peer e atividades online no lugar de aulas presenciais em duas matérias obrigatórias de psicologia. Estudantes e sindicatos questionam a experiência de aprender com um robô, enquanto a universidade diz que a ferramenta complementa o trabalho dos docentes.